10 de novembro de 2010

Visita ao Dan Flavin Art Institute em Bridgehampton, New York.





Esta foi uma experiência inesquecível. Entrar nestes espaços criados através da luz colorida de Flavin é emocionante. A galeria da Dia Foundation fica em uma pequena cidade nos Hapmtons, a 1 hora e meia de Nova York. Aqui ficam permanentemente instalados 9 trabalhos de Dan Flavin.
A casa que abriga as obras foi uma Firehouse até a década de 20, quando passou a ser uma igreja. No fim da década de 70 a fundação Dia comprou o imóvel para abrigar as instalações de Flavin. O artista participou de toda a adaptação da casa para o Museu e criou o layout para exibição das obras. Entrando ali é possível apreciar não apenas as peças criadas, mas o ambiente que Flavin queria para a observação dos espaços criados através da luz.

5 de outubro de 2010

Montagem em Brasília

Estamos montando em Brasília a exposição "O mundo mágico de Escher". Inaugura dia 12 de outubro, quem puder conferir, vale a pena!

28 de setembro de 2010

Show de renata Rosa em Curitiba – PR


Os três dias do show “Manto dos Sonhos” foram sensacionais. Casa cheia, reencontros de amigos, passeios em familia...

31 de agosto de 2010

Conceito e ideia

Trecho extraído do livro de Lucy Lippard: "Six Years: The Dematerialization of the Art Object from 1966 to 1972..."
"Sentences on Conceptual art", by Sol LeWitt:
The concept and ideia are different. The former implies a general direction while the latter are the components. Ideas implement the concept."
Tradução livre: "Conceito e ideia são diferentes. O primeiro implica em uma direção enquanto a segunda são os componentes. As ideias implementam o conceito.

23 de agosto de 2010

Arte para o design


Conhecer os trabalhos dos artistas que usam luz é fundamental para o designer da luz. Os artistas vão mais fundo nas experiências com os materiais em busca de suas poéticas visuais. Nós, designers, atrelados à contingência da prestação de serviços e de resultados quantitativos (x lux) nos projetos, esbarramos nas tecnologias nos submetendo a elas. Os artistas, ao contrário, parecem transcendê-las, utilizando as características dos materiais em sua máxima potencialidade a favor de sua poética. Nas obras de Dan Flavin e Robert Irwin, os tubos de fluorescentes obedecem, invadindo o espaço e atingindo o espectador.

acima Robert Irwin. Untitled (Three triangulated Light Planes), 1979
abaixo Dan Flavin. Greens Crossing Greens (to Piet Mondrian who lacked green), 1966

22 de junho de 2010

De volta aos territórios da luz

Divulgação:
Livro "Aprender a Ver: a Essência do Design da Iluminação" de Howard Brandston, tradução do professor Scarazzatto, da FAU.
Até que enfim um livro em português que fala sutilezas como: "o luxímetro mede emoção?" e "códigos e normas podem nos distrair na prática da iluminação."
Os livro de iluminação que vi aqui no Brasil são, em geral, muito chatos. Todos seguem o mesmo percurso: luz é radição eletromagnética... cor é... lâmpadas, luminárias, como projetar...
Será que não tem mais nada para falar sobre luz? Brandston vai um pouco além, fala sobre visão, subjetividade, envolvimento.